EU! AQUELE SEM A MARCA DA BESTA. (O NOME DE IDENTIFICACAO). SOU LIVRE

Eu,  AQUELE sem o nome LEGAL, proclamo a todos que têm as mãos ímpias;
Saibam agora que todas as palavras/grafias neste/dentro deste documento são somente de minha vontade e intenção, sem suposição/presunção de/em/para com todos e quaisquer interessados, e em que a minha escolha baseada no livre arbítrio nunca será infringida e a minha intenção é a minha intenção e a de nenhum outro;
Considerando que uma grande fraude foi revelada e e posta a nu, na qual mãos ímpias estão agora a vir à luz, para que todos possam ver onde qualquer um/todos com mãos ímpias se devem somente julgar a si mesmos toto genere;
Considerando que a não-divulgação tem a intenção de defraudar nesse acto, qualquer/todos os contractos de corpo, mente, alma são nulos e sem efeito, nunc pro tunc, praeterea, praeterea, praeterea ab initio, ad infinitum nesta intenção deliberada de cometer fraude por omissão e/ou comissão no que aos outros e a todos diz respeito.
Considerando que a ameaça de força, percebida ou real, é prova de intenção, na medida em que constítui auxílio e estímulo a esta fraude, onde suposição e presunção estão em causa e portanto destruídas, e onde se é reconhecido por suas acções e intenção deliberada, conscientemente ou por ignorância das leis Divinas, ao abrigo das quais todos nos encontramos e; Considerando que todas as assinaturas, contractos, suposições, presunções etc. et al são tornados nulos e sem efeito ab initio, na medida em que todos estão em desacato/fraude onde a(o)s pertencendo à
COROA/PROTEGIDA(O)S POR DIREITOS AUTORAIS
nome/s____________________________________________________estão em causa.
Considerando a intenção de cometer fraude via logros e não-divulgação intencional das verdades, em que a intenção de escravizar toda a humanidade pela Igreja/Estado, nesta intenção é totalmente exposta, e em que cada um é conhecido pelas suas acções e;
Considerando que todos os nomes registados são, de facto, propriedade da COROA VATICANO, todos os assuntos relativos aos nomes registrados e ao seu uso, tornam todas as partes fraudulentas/em desacato
através da intenção deliberada de enganar e/ou ignorância de uso, onde todos os assunto da Igreja/Estado permanecem os assuntos da Igreja/Estado, quando o uso do(s) nome(s) registrado(s) no que toca a intervenção de terceiro partido for evidente através do uso, por mim ou por qualquer outra pessoa, dos nomes registrados e declarados e;

Considerando que não é a minha intenção cometer fraude ou qualquer acto desprezível, é igualmente minha intenção nunca ser cúmplice de qualquer outra alma vivente, através do livre conhecimento da minha parte ou da parte deles, e qualquer uso ou reivindicação feita, usando o(s) nome(s) acima mencionado(s) tornará tal tentativa um acto de fraude por comissão intencional e;
Considerando que todo e qualquer uso da identificação da Igreja/Estado baseado nestes/em todos os nome(s) sob DIREITOS de AUTORIA DA COROA, ou qualquer variação ou variações do mesmo, coloca o usuário a cometer fraude absoluta através da sua ignorância e por omissão de divulgacão de/pela Igreja/Estado e;
Considerando que toda e qualquer reivindicação feita a outrém, por todas ou qualquer das
partes/agentes/almas viventes, de forma intencional ou por ignorância, é uma acção que o torna culpado
de fraude por falso testemunho por comissão e/ou omissão, e está em desacato para com a
Igreja/Estado/Si Mesmo , estando deliberadamente a ser cúmplice de logro/deceptios, no qual o
julgamento recai sobre todos ou qualquer dos agentes da Igreja/Estado/Si Mesmo, pela própria acção de
reivindicação via fraude da PROTECÇÃO DOS DIREITOS AUTORAIS DA COROA, e;
Na medida em que a intenção (espírito) deve ser comprovada no que a todos diz respeito, cabe agora à
Igreja/Estado provar a não intenção deliberada de cometer fraude ab initio. Com conhecimento prévio,
agentes/clero/membros da ordem dos advogados/todos ligados por juramentos etc. et al com/da/pela/para
a Igreja/Estado enganam/enganaram deliberadamente a humanidade e são, pelas acções de todos
ligados à Igreja/Estado por juramentos prestados/dados/recebidos, julgados por/de/em todos os actos de
dano sobre todos e qualquer um dos prejudicados, e;Considerando que a intenção fraudulenta de todos ligados às entidades Igreja/Entidades do Estado/IDentidades/Almas
viventes/Principados, é visível via omissão e/ou comissão pelas acções de
dano/intenção de prejudicar de/para/por todos os seres usando um NOME em fraude ab initio, todas as
reivindicações feitas/coagidas/assumidas/presumidas etc et al são, de facto, fraudulentas na fonte
de/para/por todos os que reivindicam qualquer um dos/todos os NOME(S) legais/ id-entidades
ficcionais/títulos etc et al, e/ou dessa forma qualquer uma das/todas as formas/nomes falsos, e são
de/pela/para a intenção criminosa de o fazer , usando propriedade intelectual de outra alma
vivente/espírito ou entidade ficcional morta onde eu sou toto genere, espírito, mente, corpo e;
Além disso, para se engajar em tais deliberados actos destrutivos de dano/fraude/roubo/coerção etc. et al
contra outrém, através de qualquer/todos os meios, é assim mostrado, pelas acções de quem os
pratica, e não necessita de ser julgado, pois que o próprio acto é o juís em si mesmo, não julgueis
para que não sejais julgados onde suposição/presunção não pode existe/não existe/não existirá
após o acto em si e;
Além disso, todo e qualquer CADASTRO/INSCRIÇÕES /REGISTRO por omissão e/ou comissão, cuja
divulgação integral não seja evidente, a intenção da Igreja/Estado/todos/qualquer um que reivindique tal
associação/coligação por meio de juramentos voluntários, assinaturas (cursivas), títulos, etc et al são, de
facto, conscientemente ou inconscientemente, actos intencionais da pré-determinada fraude, em que uma
obrigação(ões) ilícita(s)/maldição(ões) foi/é/tem intenção e na qual uma obrigação(ões) é/são recolocado(s)
de volta sobre aqueles que conscientemente e/ou na ignorância de sua fraude assim o fazem
ab initio, ad infinitum, nunc pro tunc, praeterea, praeterea, praeterea e;
Além disso, não é/nunca foi a minha intenção usar deliberadamente a propriedade de outrém, visto que
qualquer uma das/todas as coisas REGISTRADAS são, de facto, alegadas propriedades intelectuais de
outrém, ou seja Igreja/Estado/COROA, e em que a minha Mãe e o meu Pai (falecido), sem o saberem,
foram na ignorância, cúmplices, com o seu consentimento em tais contractos da Igreja/Estado, em todas
as suas formas físicas /espirituais/intelectuais e;
Além disso, eu coloco o ônus de volta/devolvo a qualquer um dos/todos os seres, em virtude de seus
juramentos, etc et al, auto-julgados em seus actos, qualquer/todas as obrigações criadas por
qualquer/todos os contractos em que todos os contractos celebrados, baseados nesta fraude/pecado
original/intenção de-fraude são anulados/nulos ab initio, ad infinitum nunc pro tunc e;
Além disso, todas as obrigações sobre mim criadas através desta fraude são nulas, na medida em que, no
que respeita à assumida/presumida/percebida oferta, sem consideração de qualquer um dos/todos os
NOME(S), uma OBRIGAÇÃO/DÍVIDA foi/é/tem sido criada na forma de uma CERTIDÃO DE
NASCIMENTO, com uma DÍVIDA atribuída, não o valor, e em que foi assumido/presumido, sem o meu
consentimento intencional, ser eu esse valor , a qual é/foi/tem sido intenção deliberada de/por/para todas
as partes que iniciam tais actos de obrigação sobre esta DÍVIDA deles e;
Considerando que a intenção é claramente visível por qualquer um dos/todos os que se envolvem em
actos de comércio (a Prostituta da Babilônia) usando o NOME (marca da besta) estão/estiveram/estarão a
actuar em fraude e a criar danos/canibalismo contra os seus companheiros humanos/seres, já que toda
moeda fiduciária é baseada nas OBRIGAÇÕES acima referidas e são culpados de tráfico da mais alta
ordem de seres humanos, em desafio da criação, onde a consumação se segue e;
Considerando que a intenção dolosa de qualquer/todos os associados/membros/seres ligados por
juramento à Igreja/Estado/COROA é a prova evidencial de qualquer um dos/todos os actos perpetrados
contra outrém, no que a todos/quaisquer NOMES REGISTRADOS diz respeito, e dado que a divulgação
do acima mencionado nunca foi cedida/oferecida, onde o auxílio e estímulo à fraude constitui intenção e
onde quaLquer um dos/todos acima mencionados têm, em conformidade as mãos ímpias e;
Considerando que qualquer/todos(as) “coisas/bens” REGISTRADOS(AS) são, de facto, propriedade da
Igreja/tribunal/Estado/ COROA (direitos autorais), onde qualquer reinvindicação feita por todos/qualquer
um não-vínculado por juramento aos acima mencionados, são assuntos de
Igreja/Tribunal/Estado/COROA, na medida em que a transgressão intencional e aliciamento à escravidão
através da intromissão de terceiros em tais assuntos que não me dizem respeito a mim, aquela que não écom NOME, e em que a minha forma habitual de ser apelidada não deverá nunca ser cedida e;
Além disso, por via do dolo/não-divulgação/acto intencional de fraude desta CERTIDÃO DE
NASCIMENTO, o único DOCUMENTO alguma vez deliberadamente cedido como prova de intenção de
cometer fraude/ser cumplice de fraude da/pela/para a Igreja/Tribunal/Estado/COROA etc et al e a todos os
que estão voluntariamente vínculados por juramento a tais títulos/ficções/corporações, onde também se
faz reivindicar que os acima referidos assumem o percebido papel de parens patriea (personificação do
estado) e são/têm de facto, sequestrado/abusado/prejudicado todos e qualquer um que tenha de forma
fraudulenta alegado ser um “tutelado(a) do almirantado” onde a Mãe é fiduciária, o Pai é beneficiário ab
initio e;
Considerando que os direitos da Mãe/do Pai foram usurpados através de não-divulgação e deliberada
intenção, como provado pelas acções daqueles que por solicitação deliberada, reivindicam ser da/para
a /pela Igreja/Tribunal/Estado/COROA, na forma das CERTIDÃO/CERTIDÕES DE
NASCIMENTO/licenças/casamentos/NOME(S) DE FAMÍLIA/impostos/REGISTROS etc et al ab initio,
portanto;
É a/ sua intenção deliberada de/pela/para/na Igreja/Tribunal/Estado/COROA etc et al, coagir seres
vivos/ficções mortas, pela força ou meios enganosos, para me levar a incriminar-me a mim próprio(a), em
que eu estou no pleno conhecimento desta dupla fraude e intenção deliberada de assim proceder, torname
a mim/torna-o a si culpado(a) ab initio, ao ter a pretensão de de possuir/ser algo que não é/nunca foi
para ser por mim/si reivindicado;
É a sua intenção (via entidade vinculada por juramento) ajudar e estimular a prossecução desta
fraude/canibalismo/sequestro de crianças/tráfico de seres humanos/roubo etc et al, através de
ACTOS/LEGISLAÇÃO fícticias, etc et al, através de/ por/para entidades mortas (mortos a conduzir outros
mortos) onde eu sou um dos que vive, versus uma entidade fictícia morta, criada por/para/ uma
Igreja/Tribunal/Estado/COROA para me persuadir através da força/coerção/logro a ser uma garantia
pela(s) dívida(s) criada(s) pela Igreja/Estado/corte/COROA?;
Considerando que todas e quaisquer fraudes, em virtude da sua intenção e criação, permanecem como
tal, independentemente do período de tempo necessário para que venham a ser expostas, todos os
contratos são nulos e sem efeito após a sua descoberta, no caso em que a fraude revelada, tornam-se de
facto nulos e sem efeito, ab initio, nunc pro tunc, onde todas as energias roubadas sob toda e qualquer
forma, serão devolvidas e onde a intenção de cometer fraude contra mim tem sido/é/será com
INTENÇÃO;
Não é/nunca foi/nunca será minha intenção, a de deliberadamente e conscientemente cometer fraude,
onde a minha ignorância por comissão e/ou omissão esteja presente, e onde todo e qualquer acto meu
não esteja em desacato (com tentação) com nada nem ninguém, e onde qualquer ser que
voluntáriamente escolha entrar em desacato comigo, está agora com a intenção de o fazer. Todos os
contratos/documentos/assinaturas/acordos etc et al são agora nulos e sem efeito, em que qualquer/toda a
DÍVIDA criada pela Igreja/Estado/Tribunal/COROA é perdoada/devolvida a quem a criou (perdoai-nos as
nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores), e onde eu sou o vivente nãocontractual
com a id-entidade da OBRIGAÇÃO de dívida que é propriedade/responsabilidade daquilo/de
quem a criou;
É, para além disso, obrigação de qualquer um dos /todos os seres sob juramento da/pela/para a
Igreja/Estado/Tribunal/COROA, devolverem a minha energia/criações/força vital, roubadas através deste
pecado original/intenção de defraudar a minha Mãe e o meu Pai, onde eles foram cúmplices da minha
própria fraude, por meio de logro/não-divulgação de informações, no que às vossas mãos ímpias diz
respeito. Eu não procuro vingança, eu não formulo juízos de valor, e devolvo as obrigações de
dívida/perdão àqueles que me houveram/teriam me enganado, onde um crime contra toda a humanidade
tem sido/está sendo perpetrado com intenção deliberada, à luz, para que todos vejam;
Pelas as suas acções é que cada um é conhecido e instantemente julgado em/por/através de tais acções,
onde a intenção é posta a nu, para que todos possam ver em/de/através de todas/qualquer de tais
acções, enquanto qualquer um dos/todos os seres voluntáriamente, por comissão/omissão são
obrigatoriamente tornados juízes de si mesmos/vós mesmos. Ajam em conformidade, para que não sejais
julgados em/por/para/através de si mesmos, em absoluto toto genere.

https://kateofgaiatrans.files.wordpress.com/2014/06/eu-que-nc3a3o-sou-com-o-nome-legal.pdf

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About viverlivre

nasci no meio das pedras algures no meio do milho mas vivo debaixo d'agua numa gruta cheia de sapos.
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